segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

BDSM

seus olhos escuros passeavam em cada rosto buscando sua pequena e delicada garota. seus lábios carnudos tanto o superior, quanto o inferior. eram proporcionais, cheios e bem desenhados. tudo em si era repleto de uma incrível singularidade. ele se aproximou da garota que estava de costas para si enquanto parecia buscar algo com os olhos ao redor e teve um sobressalto quando o homem tocou seu ombro “preciso levar você para casa” ela sorriu e assentiu segurando sua mão e se deixando ser guiada até o SUV com a pintura em tom de bege e os bancos de couro preto exatamente como a coleira que a pequena garota exibia em seu pescoço, uma tira de couro preta que envolvia a região delicadamente sendo unida no meio por uma argola prateada com as iniciais daquele que a havia colocado ali. “você vai me deixar dormir juntinho de você, senhor?” a garota lhe pedira o olhando com suas orbes escuras levemente colocada em meio a uma expressão de carência. o homem se esticou e pegou a tira do cinto de segurança sentindo o corpo de sua submissão estremecer sob o seu “claro que pode, meu bem” falou com seu tom sempre calmo e sério logo depois de prender o cinto. ao chegarem na casa o homem desceu do carro e deu a volta para tomar sua pequena nos braços e ele o fez assim que ela desceu do carro a levando para o interior de sua residência carregada em seus braços, com as pernas em volta de sua cintura, os braços envolvendo seus ombros e a lateral do rosto deitada sobre seu ombro. “tire suas roupas e espere na cama enquanto eu preparo seu banho” ordenou e a garota apenas assentiu antes de correr até parar em sua frente e se virar de costas segurando parte de seu cabelo e pousando sobre o ombro. entendendo sua movimentação, o homem levou suas mãos com dedos longos até o zíper e o abriu revelando as costas brancas e nuas de sua pequena garotinha, ele se inclinou e deixou um beijo em seu ombro desnudo, a garota sorriu e voltou até próximo a cama, onde tirou o vestido e o dobrou pousando a peça, em seguida, sobre a cama. tirou sua pequena calcinha e se sentou sobre as panturrilhas na cama enquanto via seu mestre caminhar até o banheiro com seu terno bem alinhado enquanto afrouxava a gravata preta como todo o resto de suas roupas. o homem preparou o banho e voltou até o quarto, parou na beira da cama e chamou a garota para que chegasse mais perto com um gesto sutil e a mesma assim o fez sem pensar duas vezes. ele pegou suas mãos e levou até o botão fechado de sua camisa, a garota, entendendo, começou a desabotoar os botões com calma já que seu senhor adorava aquela camisa. depois de abrir todos os botões a garota levou as mãos até as abas do paletó de seu mestre e o encarou esperando a permissão, o mesmo assentiu e então ela tirou a peça de sobre seu corpo, do dando-a pelo meio e a colocando também só te a cama, em seguida, fez o mesmo com a camisa de botões e então saiu da cama, se ajoelhou em frente ao homem, consideravelmente mais alto que si e tirou seus sapatos, os colocando ao pé da cama, em seguida as meias e então olhou para o botão da calça social e em seguida para os olhos de seu mestre que fez um gesto simples com a cabeça e a garota, automaticamente, levou as mãos pequenas até o botão o abrindo, em seguida descendo o zíper e então deslizando a peça pelos quadris de seu mestre revelando sua Boxer preta que cobria uma ereção que se formava ali. a garota umedeceu os lábios e continuou tirando a calça do homem à sua frente, dobrou a peça e a colocou junto às outras sobre a cama. ela, então, quando voltou-se para o seu mestre novamente, encarou a boxer e então levou os dedos gordinhos até o cós, tirando a peça devagar, dobrando a mesma e em seguida colocando-me também sobre a cama. “podemos tomar banho agora, senhor?” a garota perguntou medindo com cuidado seu tom de voz e seu mestre a aprovou a puxando para si num movimento rápido e então beijou seus lábios, um beijo não muito longo. o homem, então se inclinou sobre a pequena e a tomou em seus braços, a colocando no colo e caminhando até o banheiro enquanto olhava fixamente as orbes da garota. logo os dois corpos estavam dentro da banheira. ele lavava o corpo da menina que estava, agora, sentada sobre suas pernas enquanto aceitava os cuidados de seu dom. a garota levou as mãos ao sabonete e esperou a permissão de seu senhor para então começar a lavar o corpo do mesmo. com os dois limpos, o homem se levantou com a menina em seus braços e caminhou até o balcão da pia a colocando no chão e envolvendo seu corpo na toalha macia, pegou uma toalha também para si e então voltaram para o quarto. como sempre, antes de qualquer ação, a garota buscou o olhar de seu dom antes terminar de se secar e deitar nua na cama. o homem separou seu paletó e o colocou num dos espaços do closet e levou o resto das roupas para a lavanderia. ao voltar para o quarto, ele tirou sua toalha e a pendurou junto a de sua menina, então caminhou até a cama e se moveu até estar entre suas pernas. ele olhou o corpo indefeso sob o seu, a cintura fina, os quadris largos, o seios fartos combinado a sua clavícula bem desenhada, o sorriso sutil formado nos lábios carnudos e os olhos repletos de desejo e um toque suave de inocência. tudo na garota o deixava entregue, mas não diminuía sua autoridade nem mesmo 1%. apenas com o olhar da garota o homem sentiu seu baixo ventre formigar e o seu sangue ser bombeado com força até sentir uma fisgada e perceber seu falo já rijo contra a pele macia e quente da barriga da garota que alternava o olhar entre seu o rosto de seu senhor e o membro duro já expelindo pré-porra fazendo a glande ter um brilho leve. “diga o que você quer” o homem ordenou e sentiu o corpo pequeno estremecer sobre o colchão, a garota fechou os olhos e puxou o ar com força “eu quero ser fodida por você, meu senhor” falou com a voz rouca já afetada pela tensão que se estabeleceu ali “por favor, senhor, sem rodeios, por favor” a garota implorava apertando os dedos com os punhos fechados ao lado da cabeça. o homem inclinou seu corpo sobre o da garota e deslizou sua glande pela vulva já úmida “ah, senhor, por favor não me torture, eu sou sempre uma boa boa garota para o senhor” choramingou apertando os tecidos sob o seu corpo, seu mestre se compadeceu dos fatos e a adentrou duro e fundo, fazendo um gemido manhoso se arrastar pelos lábios da garota que olhava fixamente para o homem que se movia dentro de si, investindo devagar e firme, como sabia que ela gostava “me toque” ordenou como num rosnado e a garota então tocou a pele quente de seu mestre com a ponta dos dedos ainda hesitante enquanto gemia e encarava as orbes escuras diante de si “me toque como desejar, meu bem” disse ofegante levando as mãos até as pernas da garota e fazendo com que a mesma o envolvesse com os membros delicados “é a sua recompensa por se comportar tão bem” completou estocando com força contra a garota que gemeu manhosa e apertou os ombros do homem, afundando suas unhas curtas na pele do mesmo. a tamanha submissão e devoção da garota para com seu dom o faziam querer ter cada vez mais de si e a garota não questionava, apenas entregava tudo que seu senhor pedia. o homem saiu de dentro de si e a garota grunhiu dengosa como desaprovação, mas nada disse. o homem, por sua vez, virou seu corpo violentamente na cama, fazendo a menina ficar de bruços. segurou seus quadris e puxou seu corpo, impulsionando-o um pouco para cima deixando a bunda da garota empinada na sua direção. ele segurou o falo que pulsava por contato com as paredes mornas e encharcadas da garota ali a sua frente e voltou a adentrá-la com voracidade, força e firmeza, mas também com cuidado, não queria machucar sua garotinha. com alguns poucos minutos a garota agarrou com força os forros da cama e gozou contra o pau de seu mestre que não cessou os movimentos enquanto o líquido escorria e pingava sobre os forros e ela gemia alto por estar completamente sensível ali. ela segurou a mão de seu senhor que estava pousada sobre seu quadril e o mesmo se fez parar “pode terminar na minha boca, senhor? por favor” pediu com a voz falha olhando o homem por cima do ombro e este apenas assentiu ficando de pé enquanto ajudava a garota a descer dali com o corpo trêmulo até que esta estivesse de joelhos diante de si “apenas fique aí e abra a boca” ordenou segurando a menina pelo maxilar sem rudeza alguma “sim, senhor” respondeu o olhando fixamente nos olhos. a garota se ajeitou no chão e aproximou seu rosto do falo ereto a sua frente. o homem pegou sua destra e a colocou sobre sua coxa “sabe o que fazer se eu passar do limite, não sabe?” a garota assentiu antes de responder “deixar dois tapinha leves na sua coxa, senhor” o homem lhe deixou um breve afago nos cabelos “boa garota” lhe deixou antes de segurar os fios encaracolados com firmeza. a garota, então, abriu a boca e colocou a língua pra fora, como lhe fora ordenado. em seguida recebeu o falo duro, e pulsante com suas veias saltadas em sua boca, se enterrando fundo em sua garganta e a garota sequer engasgou. o homem se movia cada vez mais rápido em sua cavidade enquanto a garota pressionava a base da língua contra a glande quando essa chegava até a sua garganta, o que fazia o homem estremecer e algumas vezes se pôr na ponta dos pés. numa última estocada funda, o homem gozou com força ali e a garota o olhou sem sequer estremecer e então sorriu quando seu senhor retirou-se dali e levou o polegar para o canto de seu lábio, capturando a porra que escorreu-lhe por ali e levando até a boca da garota que chupou seu dedo antes de sorrir ainda olhando para o homem emanando virilidade a sua frente “obrigado, senhor”.

terça-feira, 27 de novembro de 2018

After Party

Fim de festa. a maior parte das pessoas haviam ido embora, apenas os amigos mais próximos ficaram andando pela casa. decidi subir e vestir meu pijama.
entrei no quarto, fechei a porta e tirei os sapatos e a calça jeans.
coloquei meu celular pra carregar e então resolve faltar energia.
fiquei parada no meio do quarto encarando a escuridão e então ouvi a porta abrir devagar. de forma tão lenta que senti medo, ninguém falou nada, mas eu sabia que tinha alguém ali, atrás de mim.
a porta se fechou, fazendo barulho e em seguida foi trancada. senti duas mãos grandes agarrarem minha cintura, uma mão desceu até o meio das minhas pernas e a outra subiu até minha garganta.
eu não me mexi, não gritei, sequer tentei sair dali e pra ser sincera, eu não queria sair.
seus dedos eram ágeis a pressionar meu clitóris por cima da calcinha que já estava molhada, sua boca brincava por todo o meu pescoço. ele puxou meu corpo conta o seu e eu senti seu pau extremamente duro contra a minha bunda.
em um movimento ágil ele virou meu corpo para si, me agarrou pelas pernas e me colocou no colo, minhas mãos envolveram seu pescoço e automaticamente eu o beijei, agarrei seus cabelos e desci minha boca até sua orelha, deixei uma mordida leve ali e o ouvi arfar apertando minha bunda em seguida.
ele caminhou devagar até a cama e me deitou ali.
 seja quem for, conhecia bem o meu quarto e o meu corpo.
o senti se ajoelhar entre as minhas pernas e tatear meu corpo, segurando o cós da minha calcinha e livrando meu corpo daquela peça e logo em seguida tirou sua própria camiseta. ouvi o barulho da fivela de seu cinto e em seguida o zíper de sua calça, um pouco mais adiante ouvi um barulho de plástico, provavelmente uma camisinha, houve um breve silêncio e eu pude ouvir sua respiração pesada, em seguida o calor de seu corpo sobre o meu.
sentia seu pau roçar meu clitóris e em seguida entrar devagar em mim, cravei as unhas em suas costas e soltei um gemido rápido por não estar preparada pra recebê-lo. sua boca encontrou meu pescoço e meu corpo inteiro se arrepiou. ele iniciou movimentos lentos e, caralho, eu não queria que parasse.
tudo estava lento e envolvente, desde seus movimentos e toques, até sua respiração e seus gemidos roucos.
passado algum tempo, suas mãos pressionaram meu corpo contra o seu, giramos na cama e eu fiquei por cima. de forma quase que automática desci com uma rebolada e soltei um gemido um tanto alto, ele arfou e levou uma mão até a minha garganta, apertou um pouco e em seguida desceu pelo meu colo até chegar ao meio dos meus peitos e novamente rebolei, o senti agarrar o tecido da minha camiseta e quiquei devagar, subindo e descendo na mesma intensidade.
seus gemidos eram roucos e arrastados assim como os meus. algumas vezes me puxava pelo cabelo e me fazia inclinar sobre seu corpo para que pudesse me beijar com a mesma velocidade em que fazíamos amor (?).
seus gemidos foram ficando mais altos e sua frequência cardíaca foi se acelerando sob minha mão enquanto meus quadris subiam e desciam. suas mãos agarraram com força minhas coxas e um gemido alto saiu de sua boca. levei minha ao seu maxilar e rebolei pra saber o quão sensível ele estava e recebi uma palmada na nádega direita, mais um gemido arrastado e sua mão se entrelaçou aos meus cabelos e agora nós envolveu num beijo apressado.
sai de cima de seu corpo e ele saiu da cama. novamente ouvi a porta se abrir e se fechar. e agora eu estava ali, querendo o contato do corpo de um desconhecido.

Sexo de Reconciliação

Era tarde, estava há algumas noites sem dormir desde que brigamos sem um motivo aparente, pedimos desculpa, mas já não dormimos juntos. Eu deito em nossa cama e ele fica no sofá esperando até que eu durma, talvez…
Todas as noites espero que ele durma e fico observando cada detalhe de seu rosto e essa noite não está sendo diferente. São 2:00 da madrugada, seu rosto está tão perto do meu que sinto sua respiração quente tocar minhas bochechas. Em algum momento, comigo ali admirando as curvas de seu rosto, seu braço envolve minha cintura e me puxa pra mais perto, paralisada com o que acabara de acontecer, fico ali, apenas olhando. Seus olhos abrem devagar e eu me mantenho observando seu rosto. Seus lábios já se encontravam colados nos meus, suas mãos percorriam meu corpo como se dependesse disso pra viver.
Em algum momento se colocou sobre meu corpo, segurando meus pulsos acima da minha cabeça com uma mão enquanto a outra acariciava o bico de um dos meus seios e nossas línguas brigavam por espaço entre os beijos. A pouca roupa me permitiu sentir algumas vezes sua ereção separada da minha pele pelo tecido fino de sua samba canção.
Estava trajando apenas uma blusa e uma calcinha minúscula, não estava dificultando a passagem de sua mão por cada centímetro do meu corpo.
Se posicionou entre as minhas pernas e me olhou no fundo dos olhos em meio a penumbra em que se encontrava o cômodo, um fina camada de suor havia se formado por todo o meu corpo e estou certa de que o mesmo havia ocorrido a ele.
Descendo seus lábios até estar entre as minhas pernas, ele afastou minha calcinha e deu alguns tapinhas de leve, sorrindo em seguida. Sua língua morna tocou os grandes lábios me fazendo sentir um arrepio intenso por todo o corpo, deslizando de baixo pra cima, parou sobre meu clitóris e iniciou movimentos lentos e eu sentia aquela região cada vez mais úmida.
Se colocou novamente de joelhos e abaixou sua única peça de roupa apenas o suficiente para que sua ereção pulasse para fora, se inclinou e o posicionou, novamente segurou minhas mãos acima da minha cabeça e penetrou-me lentamente. Seus movimentos lentos, feitos com toda a cautela e maestria me causavam as melhores sensações carnais que já pude sentir.
Logo seus movimentos foram aumentando o ritmo, suas mãos já não seguravam mais as minhas, mas percorriam cada centímetro do meu corpo. Meus gemidos eram incontroláveis e os seus também se tornaram altos até que chegamos ao ápice juntos e ele soltou todo o peso de seu corpo sobre o meu.

-Eu amo você, por favor, promete que nunca mais vai ficar tanto tempo sem me tocar. - ouvi de sua voz rouca e o abracei.

-Eu amo você também e eu prometo. -, respondi ainda o abraçando.

BDSM

seus olhos escuros passeavam em cada rosto buscando sua pequena e delicada garota. seus lábios carnudos tanto o superior, quanto o inferio...