terça-feira, 27 de novembro de 2018

After Party

Fim de festa. a maior parte das pessoas haviam ido embora, apenas os amigos mais próximos ficaram andando pela casa. decidi subir e vestir meu pijama.
entrei no quarto, fechei a porta e tirei os sapatos e a calça jeans.
coloquei meu celular pra carregar e então resolve faltar energia.
fiquei parada no meio do quarto encarando a escuridão e então ouvi a porta abrir devagar. de forma tão lenta que senti medo, ninguém falou nada, mas eu sabia que tinha alguém ali, atrás de mim.
a porta se fechou, fazendo barulho e em seguida foi trancada. senti duas mãos grandes agarrarem minha cintura, uma mão desceu até o meio das minhas pernas e a outra subiu até minha garganta.
eu não me mexi, não gritei, sequer tentei sair dali e pra ser sincera, eu não queria sair.
seus dedos eram ágeis a pressionar meu clitóris por cima da calcinha que já estava molhada, sua boca brincava por todo o meu pescoço. ele puxou meu corpo conta o seu e eu senti seu pau extremamente duro contra a minha bunda.
em um movimento ágil ele virou meu corpo para si, me agarrou pelas pernas e me colocou no colo, minhas mãos envolveram seu pescoço e automaticamente eu o beijei, agarrei seus cabelos e desci minha boca até sua orelha, deixei uma mordida leve ali e o ouvi arfar apertando minha bunda em seguida.
ele caminhou devagar até a cama e me deitou ali.
 seja quem for, conhecia bem o meu quarto e o meu corpo.
o senti se ajoelhar entre as minhas pernas e tatear meu corpo, segurando o cós da minha calcinha e livrando meu corpo daquela peça e logo em seguida tirou sua própria camiseta. ouvi o barulho da fivela de seu cinto e em seguida o zíper de sua calça, um pouco mais adiante ouvi um barulho de plástico, provavelmente uma camisinha, houve um breve silêncio e eu pude ouvir sua respiração pesada, em seguida o calor de seu corpo sobre o meu.
sentia seu pau roçar meu clitóris e em seguida entrar devagar em mim, cravei as unhas em suas costas e soltei um gemido rápido por não estar preparada pra recebê-lo. sua boca encontrou meu pescoço e meu corpo inteiro se arrepiou. ele iniciou movimentos lentos e, caralho, eu não queria que parasse.
tudo estava lento e envolvente, desde seus movimentos e toques, até sua respiração e seus gemidos roucos.
passado algum tempo, suas mãos pressionaram meu corpo contra o seu, giramos na cama e eu fiquei por cima. de forma quase que automática desci com uma rebolada e soltei um gemido um tanto alto, ele arfou e levou uma mão até a minha garganta, apertou um pouco e em seguida desceu pelo meu colo até chegar ao meio dos meus peitos e novamente rebolei, o senti agarrar o tecido da minha camiseta e quiquei devagar, subindo e descendo na mesma intensidade.
seus gemidos eram roucos e arrastados assim como os meus. algumas vezes me puxava pelo cabelo e me fazia inclinar sobre seu corpo para que pudesse me beijar com a mesma velocidade em que fazíamos amor (?).
seus gemidos foram ficando mais altos e sua frequência cardíaca foi se acelerando sob minha mão enquanto meus quadris subiam e desciam. suas mãos agarraram com força minhas coxas e um gemido alto saiu de sua boca. levei minha ao seu maxilar e rebolei pra saber o quão sensível ele estava e recebi uma palmada na nádega direita, mais um gemido arrastado e sua mão se entrelaçou aos meus cabelos e agora nós envolveu num beijo apressado.
sai de cima de seu corpo e ele saiu da cama. novamente ouvi a porta se abrir e se fechar. e agora eu estava ali, querendo o contato do corpo de um desconhecido.

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