terça-feira, 27 de novembro de 2018

Sexo de Reconciliação

Era tarde, estava há algumas noites sem dormir desde que brigamos sem um motivo aparente, pedimos desculpa, mas já não dormimos juntos. Eu deito em nossa cama e ele fica no sofá esperando até que eu durma, talvez…
Todas as noites espero que ele durma e fico observando cada detalhe de seu rosto e essa noite não está sendo diferente. São 2:00 da madrugada, seu rosto está tão perto do meu que sinto sua respiração quente tocar minhas bochechas. Em algum momento, comigo ali admirando as curvas de seu rosto, seu braço envolve minha cintura e me puxa pra mais perto, paralisada com o que acabara de acontecer, fico ali, apenas olhando. Seus olhos abrem devagar e eu me mantenho observando seu rosto. Seus lábios já se encontravam colados nos meus, suas mãos percorriam meu corpo como se dependesse disso pra viver.
Em algum momento se colocou sobre meu corpo, segurando meus pulsos acima da minha cabeça com uma mão enquanto a outra acariciava o bico de um dos meus seios e nossas línguas brigavam por espaço entre os beijos. A pouca roupa me permitiu sentir algumas vezes sua ereção separada da minha pele pelo tecido fino de sua samba canção.
Estava trajando apenas uma blusa e uma calcinha minúscula, não estava dificultando a passagem de sua mão por cada centímetro do meu corpo.
Se posicionou entre as minhas pernas e me olhou no fundo dos olhos em meio a penumbra em que se encontrava o cômodo, um fina camada de suor havia se formado por todo o meu corpo e estou certa de que o mesmo havia ocorrido a ele.
Descendo seus lábios até estar entre as minhas pernas, ele afastou minha calcinha e deu alguns tapinhas de leve, sorrindo em seguida. Sua língua morna tocou os grandes lábios me fazendo sentir um arrepio intenso por todo o corpo, deslizando de baixo pra cima, parou sobre meu clitóris e iniciou movimentos lentos e eu sentia aquela região cada vez mais úmida.
Se colocou novamente de joelhos e abaixou sua única peça de roupa apenas o suficiente para que sua ereção pulasse para fora, se inclinou e o posicionou, novamente segurou minhas mãos acima da minha cabeça e penetrou-me lentamente. Seus movimentos lentos, feitos com toda a cautela e maestria me causavam as melhores sensações carnais que já pude sentir.
Logo seus movimentos foram aumentando o ritmo, suas mãos já não seguravam mais as minhas, mas percorriam cada centímetro do meu corpo. Meus gemidos eram incontroláveis e os seus também se tornaram altos até que chegamos ao ápice juntos e ele soltou todo o peso de seu corpo sobre o meu.

-Eu amo você, por favor, promete que nunca mais vai ficar tanto tempo sem me tocar. - ouvi de sua voz rouca e o abracei.

-Eu amo você também e eu prometo. -, respondi ainda o abraçando.

Um comentário:

BDSM

seus olhos escuros passeavam em cada rosto buscando sua pequena e delicada garota. seus lábios carnudos tanto o superior, quanto o inferio...