quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Reconciliação

Moramos na mesma casa há anos, nunca tivemos nenhuma discussão, até agora. É tudo por uma atitude ridícula minha de não assumir os meus erros. Meu ego não deixaria isso acontecer.
Ele gritava comigo e naquele momento não havia dúvidas de que os vizinhos já sabiam que estávamos brigando e que também sabiam o motivo da briga.
–Para de ser orgulhosa! - gritava pra quem quisesse ouvir -Não seja idiota. Peça desculpas!
Ante aquela apelação, dei-lhe as coisas e saí daquele cômodo indo em direção ao meu quarto.
–Vai ser assim? - dizia com fúria em sua voz -Vai me dar as costas todas as vezes que eu tentar falar com você sobre as suas atitudes idiotas?
Dei de ombros e entrei no quarto.
–Você está sendo ridícula! -eu sabia do que ele ia me chamar em seguida.-Está sendo ridícula e infantil!
Parei e fiquei ali, segurando toda a raiva que tinha guardada em mim. Ele sabia o quanto eu odiava ser chamada de infantil.
Eu estava ali, pronta. Me virei para mandá-lo embora e me deparei com seu rosto próximo ao meu, tão próximo que dava pra sentir sua respiração morna aquecendo o meu nariz, seus olhos semicerrados fitavam meus lábios enquanto os meus olhos procuravam os dele, mas não o encontraram, um beijo me impediu de olhar em seus profundos olhos castanhos.
Me deixei levar por aquele beijo até chegar às nuvens. Eu estava em outro mundo agora. Havia me entregado, quase que por inteiro, mas aí eu despertei e me afastei de seus braços, mas não me afastei de seu corpo, a parede atrás de mim me impediu disso. Ele deu um quase passo pra frente e eu o empatei, colocando minha mão contra seu abdômen extremamente sexy, sem nenhuma definição.
–Se afasta. -falei sem olhar em seus olhos.
–Ou o que? -perguntou com um tom irônico.
–Ou eu acabo com você. -falei baixo e rouco, levantando os olhos para encará-lo.
–Manda ver. - falou, colando seu corpo ao meu e deixando seus lábios tão próximos dos meus que roçavam. -Acaba comigo!
Sem pensar, devorei seus lábios num beijo agressivo e antes que eu pudesse me dar conta, estava em seu colo, posta contra a parede.
Seu beijo me tirava o fôlego. Meu corpo inteiro se arrepiava quando ele mordiscava meu lábio inferior e eu sentia um sorriso se formar em seus lábios ao perceber que eu arfava a cada toque durante as pausas em que ele fazia pra morder meu lábio.
Foi caminhando comigo em seu colo até a cama, subiu de joelhos e se guiou de algum jeito até o meio e se sentou sobre os joelhos, seu moletom e única peça de roupa que usava, não conseguia esconder nem de longe sua excitação. Eu o beijava, roçando ali em seu volume, deixando seu moletom tão úmido naquela parte quanto o fundo da minha calcinha.
–Já chega de provocações. -falou e num movimento rápido eu me vi deitada com seu corpo entre as minhas pernas.
Ele desceu da cama e começou a descer seu moletom fazendo com que seu pau pulasse pra fora, me fazendo morder os lábios, não via a hora de pôr na boca.
Voltou a subir na cama e engatinhou até se por no meio das minhas pernas, segurou meu maxilar, passou a língua por cima do meu lábio inferior, soltou e deu um tapinha na minha bochecha pra finalizar. Começou a desabotoar a camisa xadrez vermelha que eu havia pegado de seu guarda-roupa, mas desabotoou só até a metade, afastou minha calcinha e começou a massagear meu clitóris com o polegar, bem no “ponto do arrepio” o que me fez soltar um gemido de imediato por sua astuta atitude de iniciar o toque bem ali.
Ele estimulava aquele ponto com avidez. Eu me contorcia, apertava os travesseiros, gemia, urrava, mas estava segurando meu orgasmo que estava bem ali, pronto pra jorrar, então ele introduziu dois dedos e deslizou pela parede da minha vagina até encontrar meu ponto G, iniciou um movimento de sobe e desce pra pressionar aquele ponto alternando os dedos e ainda estimulava o ponto do arrepio me fazendo gozar e gritar ao mesmo tempo.
Estava tão excitada que toda a minha vulva ardia naquele momento. Segurou seu pau e começou deslizar por toda a vulva, me provocando, esperei que chegasse na entrada da vagina e envolvi sua cintura com as minhas pernas.
–Já chega de provocações. -puxei seu corpo contra o meu fazendo com que ele me penetrasse, soltei um gemido alto e involuntário. Ele gostou daquilo, começou a fazer movimentos rápidos e fortes, naquele momento os vizinhos sabiam que estávamos fazendo as pazes. Os sons dos nossos gemidos se misturavam com o som das nossas peles se chocando uma contra a outra, gerando uma sinfonia.
Logo eu estava de quatro, com a cabeça apoiada num dos travesseiros e a bunda bem empinada. Ele estava ali atrás, passando a língua de uma ponta da vulva até a entrada da vagina, com o polegar apoiado na entrada do meu rabinho.
Se posicionou, voltou a passar o pau de uma ponta a outra uma, duas vezes, e adentrou com força fazendo um barulho alto, rebolei algumas vezes e recebi dois tapas de cada lado, no segundo tapa ele apertou minhas nádegas apastando-as e fazendo movimentos rápidos de vai e vem.
Diminuiu um pouco os movimentos, cuspiu no meu rabinho e esperou escorrer até chegar na estrada da vagina, estocou duas vezes, deu mais um tapa e levou o polegar até a entrada de novo, colocando o dedo devagar, quando seu dedo estava todo dentro e senti ele parar, rebolei mais uma vez fazendo ele soltar um gemido baixo e iniciou uma nova sequência de movimentos rápidos e fortes.
Parou e se deitou.
Montei, posicionei seu pau na entradinha e desci rebolando. Ele puxou um pouco de ar, fazendo um chiado como forma de expressar o quanto aquilo o deixara excitado, sentia agora seu pau pulsar dentro de mim. Segurou meu pescoço e me puxou pra mais perto me dando um beijo molhado e uma sequência de três tapas na cara seguidos.
–De quem é essa buceta? - falou apertando minhas bochechas com seus lábios juntos aos meus.
–Sua. - respondi ofegante.
–O que você é?
–Sua putinha. - respondi rebolando e ele mais uma vez soltou um chiado.
–Me pede desculpa, cadela. -eu estremeci, e me arrepiei.
–Desculpa, amor. - falei baixo, quase que num sussurro.
Ele me soltou por um momento, mas logo em seguida me segurou pelo pescoço e voltou a se mover embaixo de mim. Eu gemia segurando seu braço, pedindo mais e mais.
Ele me jogou na cama, me fazendo ficar deitada de barriga pra baixo, deixou minha bunda meio empinada e novamente me provocou, mas agora parou na entrada do meu rabinho.
–Eu quero aqui. - falou ao pé do meu ouvido. -Não se oponha.
Apertei os lençóis e ele começou a entrar ali me causando uma dor imensa, mas eu queria ali, o que era aquela dor perto do tesão que eu estava sentindo naquele momento?
Logo a dor havia sumido e ele foi aumentando a velocidade de seus movimentos. Seus gemidos iniciaram o alarme de que um orgasmo estava próximo, uma última estocada mais longa que as outras e ele deixou seu peso caisse sobre o meu.
Recuperamos o fôlego e fomos nos limpar, repetindo a dose durante o banho.

quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Poesia Erótica

Mantenha a calma.. deixe que eu guie seu corpo e mostre por onde ele deve ir, docinho.
Me obedeça. Você é a minha garotinha. Eu mando e desmando no seu corpo.
Venha, fique por cima, por entre as minhas pernas.
Ah, está tão molhada. Uma fina camada de suor envolve todo o seu corpo e a luz da lua faz reluzir a sua pele.
Mova-se, deslize seu corpo contra o meu, ouça o som dos nossos corpos. Ah, se torna tão violenta quando te deixo comandar. Acalme-se.. deixe que eu mostre como lhe dar prazer sem que a chuva se torne tempestade. Seja menos que a garoa, seja o orvalho. Deixe a umidade da briza matinal molhar o seu corpo. Mova seus quadris.
Está tão cansada, ofegante.. venha.. deite-se.. deixe-me beijar seus lábios.. todos eles.. uh.. úmida, quente e pulsante abaixo do umbigo, beijarei seus lábios, faça-me a gentileza de aquecer minhas orelhas com as suas coxas. Tão.. saborosa.. tão.. minha!
Mal havia eu começado e senti seu corpo derreter em minha boca. Deite-se ao meu lado, fique até que eu durma. Diga ao seu marido que houve um engarrafamento.

Motel

-Poderíamos dar uma volta… -disse ao estacionar o carro na beira da estrada. -você tem estado muito tensa ultimamente.
-E para onde iríamos? -perguntei olhando-o com os olhos tristes e cansados.
-Você está se sentindo bem?- perguntou acariciando-me os cabelos, apenas balancei a cabeça que sim. -Deve estar cansada. Vamos parar em algum lugar pra descansar e saímos pela manhã.
Eu acabei cochilando durante a viagem, quando acordei, lá estava ele, me olhando. Parecia estar fazendo aquilo há um bom tempo.
-Oi, Bela Adormecida. -disse ao me ver abrir os olhos.
-Quando tempo eu dormi? - perguntei me esticando.
-Algumas horas. Duas no máximo.
Cocei os olhos.
-Preciso escovar os dentes. - falei pegando a minha bolsa pra procurar a escova.
-Quando formos pro quarto, você escova. - eu demorei pra raciocinar. Quarto? Que quarto??
De repente me dei conta de que estávamos dentro de um estacionamento de um motel.
Saímos de dentro do carro em direção aos quartos. Entramos e eu fui direto para o banheiro. Tirei as roupas, dobrei e as deixei em cima da poltrona que ficava ao lado da porta do banheiro, haviam algumas toalhas limpas dentro da minha bolsa, peguei uma delas e segui para o banho. Liguei o chuveiro e deixei a água morna escorrer pelo meu corpo dolorido e cansado.
Um tempo depois de eu parada ali, com a água descendo por mim, senti duas mãos descerem dos meus ombros aos meus seios.
-Tem problema eu te ajudar com o banho? - sussurrou ao pé do meu ouvido, neguei com a cabeça e fiquei ali, sentindo suas mãos, a água parou de escorrer e meu corpo ainda estava cheio de sabão, me virei para ele e fiquei olhando-o fixamente nos olhos, deu um passo para frente me pondo contra a parede, suas mãos foram de encontro com a minha nuca e seus lábios vieram ágeis selando-se aos meus. Com um tempo o beijo foi ficando “profundo”, senti uma mordida e esperei até sentir o gosto enferrujado que tem o sangue, a água voltou a escorrer pelo meu corpo e ele se afastou de mim. Fiquei parada enquanto ele me olhava dos pés à cabeça.
-Algo errado? -perguntei.
-Tem sim… -Falou depois de soltar um suspiro.
-O-o que tem de errado? - gaguejei.
-Você está nua, mas eu ainda não estou te fodendo.
Meu corpo estremeceu, um calafrio subiu pelas costas e acabou na nuca fazendo todo o corpo cair num arrepio que denunciou tudo, meus dentes encontraram meu lábio inferior e me mordi de forma involuntária. Desliguei o chuveiro, se cobriu com uma toalha e me trouxe uma, secou meu corpo com cuidado. Voltamos para o quarto sem nenhuma palavra.
Novamente me vi sendo colocada contra a parede, novamente senti o gosto que seus lábios tinham e fui levada aos céus com tão pouco. Os beijos foram descendo pelo meu pescoço, seus lábios voltaram para os meus, se abaixou um pouco, agarrou minhas coxas e me trouxe para o seu colo, continuou me beijando e me levou para a cama.
-Fica quietinha aqui. - falou indo até uma das bolsas com roupas. Pegou uma pequena trança de couro que eu usava pra amarrar o cabelo e voltou.
-Sente-se de costas pra mim. - disse em tom autoritário, simplesmente obedeci. - boa garota! Agora coloque as mãos para trás. - novamente obedeci.
Amarrou-me as mãos e começou a distribuir beijos pelas minhas costas.
-Ajoelha. - ordenou num sussurro. Ajoelhei e fiquei olhando-o nos olhos, ele fazia o mesmo. Tirou a toalha devagar e deixou que ela caísse no chão, sua ereção saltou na minha frente, ele segurou meus cabelos e eu coloquei na boca devagar até chegar ao limite, minha cabeça fazia movimentos de vai e volta enquanto meus olhos alternavam de seu pau para seus olhos.
-Levanta. - disse me ajudando a levantar, me deitou na cama de forma que eu ficasse de quatro, apalpou minha bunda e me deu alguns tapas, soltei alguns gemidos baixos e roucos pela prazerosa dor que aquilo trazia.
Apertou minha bunda novamente e tocou minha buceta com a língua quente que percorreu de uma ponta até a outra. Ele estava brincando de uma forma que me deixava cada vez mais extasiada, meus gemidos mostravam que aquilo estava me agradando muito. Algum tempo depois ele se afastou e novamente recebi palmadas.
Colocou uma camisinha e posicionou-se atrás de mim, seu pau brincou acariciando toda a extensão da minha vulva e estava me deixando maluca até que finalmente senti me penetrar, fazendo movimentos lentos que iam tomando velocidade com o passar do tempo.
Suas mãos encontraram os meus cabelos… não sabia como poderia ser melhor.
Logo minhas mãos foram soltas. Suas estocadas eram ágeis e firmes e meus gemidos eram altos e constantes.
Me deitou na cama e se posicionou entre as minhas pernas, ele se movimentava rápido enquanto acariciava meus cabelos.
-Você está cansada, quer que eu seja mais carinhoso? - assenti e logo em seguida seus movimentos ficaram leves, cada vez que me adentrava um novo arrepio surgia em meu corpo, meus gemidos também ficaram mais calmos. Ele se deitou sobre o meu corpo e começou a acariciar meus cabelos enquanto me ouvia ofegar ao pé de seu ouvido.
-Diga que será só minha! - sussurrou.
- Eu já sou só sua. -falei num tom baixo e rouco.
-Minha e de mais ninguém? - assenti e apertei as pernas em volta do seu corpo. Novamente as estocadas foram tomando velocidade, até que o último golpe foi dado, um gemido alto e rouco saiu da minha boca e ele soltou todo o seu peso em cima de mim.
Suas carícias me faziam sentir segura, como se nada no mundo pudesse me fazer mal, seus beijos eram calmos no fim de tudo. Nos limpamos e deitamos, esgotados, ficamos trocando carícias até que pegamos no sono.

terça-feira, 23 de outubro de 2018

Irmã Adotiva

Já estava tarde, mãe e pai foram viajar, minha “irmã” ainda não havia voltado da escola. Subi para seu quarto como sempre faço e deitei em sua cama perfeitamente arrumada com pelúcias e cobertores coloridos, uma cama tão grande quanto a dos nossos pais enquanto a minha era de solteirão, estava pronto pra reivindicar meus direitos, mas o sono e o tédio me cobriram e eu fiquei ali, deitado, olhando em volta e jogando as películas na poltrona que ficava do outro lado do quarto, poltrona onde eu me sentava pra ficar olhando ela dormir, é doentio e soa como incesto, mas não somos de fato irmãos e eu quero tomar seu corpo para mim.
Tomo um banho e volto para o quarto dela que agora já estava ocupado por sua dona. Estava pendurado o casaco no cabide, tirou a mochila da cama quando me viu, sorriu e continuou a arrumar tudo. Sentei em sua cama, ela apontou pra poltrona e revirou os olhos, balançou a cabeça como sinal de reprovação e então começou a desabotoar a camisa.
-Quer que eu saia? - perguntei apontando pra porta.
-Ué!? - me olhou -Você sempre ficou comigo trocando de roupa. O que tá acontecendo?
Ela já estava sem camisa e eu fiquei apenas olhando. Me encarou por um instante depois voltou a despir-se. Tirou a calça, tirou o sutiã de costas pra mim, se enrolou na toalha e foi para o banheiro de seu quarto.
Estava pensando em agarrá-la assim que saísse do banheiro, com sua pele úmida e o aroma suave de seu sabonete, chacoalhei a cabeça na tentativa de afastar os pensamentos, mas minha ereção já estava em evidência então saí dali e fui para o meu quarto, fiquei pensando naquilo até adormecer.
A casa estava quieta e silenciosa quando ouvi o ranger das dobradiças da porta, olhei para trás e ela estava em pé, encostada no batente da porta.
-Eu ouvi um barulho lá na cozinha e fiquei com medo. - falou segurando a barra do casaco que estava usando, a única peça que vestia além de sua calcinha minúscula num tom de vinho. -Pode ficar comigo até eu pegar no sono?
Levantei da cama procurando meus chinelos. Como eu poderia recusar aquele pedido? Calcei meus chinelos e fui até ela que estava parada ainda no mesmo lugar, tão pequena. Segurou minha mão e me puxou até o quarto que estava iluminado só por um abajur que ficava em cima do criado-mudo. Ela deitou e se cobriu levantando a coberta pra que eu me pusesse ali, junto a seu corpo.
-Fecha a porta. - falou quando eu me aproximei. Fechei a porta e me deitei.
Me acomodei ali e ela deitou sua cabeça sobre o meu peito, deixou uma de suas mãos livre para acariciar meu abdômen nu, chegava ao cós da minha calça e voltava, às vezes brincava com o cadarço e em seguida voltava a subir sua mão.
Em um momento sua mão desceu, circulou meu umbigo algumas vezes com o indicador e continuou a descer com um toque leve até chegar em meu pau que apresentava uma ereção visível, ela segurou, apertando de leve, deixei um gemido leve escapar, ela me olhou, mordendo o lábio e montou em cima de mim, se inclinou e me beijou com desejo.
Sua vulva se encontrava sobre o meu volume, ela rebolava, arfando entre os beijos, parando pra me olhar vez ou outra. Seus beijos se tornaram selinhos e foram descendo pelo meu abdômen, passou pelo meu umbigo até chegar a minha ereção, apertou e mordiscou por cima da calça, se apressou em tirar meu moletom e abocanhou meu pau com movimentos rápidos, como se estivesse faminta. Ela grunhia enquanto o mantinha na boca e me olhava, engolindo-o. Sua cabeça fazia movimentos rápidos, às vezes mordiscava a glande ou passava a língua em volta dela, outras vezes batia com ele em sua língua e voltava a engolir sempre massageando ou até mesmo parando pra por meus testículos na boca, chupando-os com cuidado.
Parou e voltou a montar em mim, abriu o zíper de seu casaco, revelando seus peitos grandes, com bicos marcados, jogou a peça de roupa na poltrona, me olhou com um meio sorriso nos lábios, afastou a calcinha pro lado e encaixou meu pau na entradinha de sua buceta, descendo lentamente, iniciando movimentos leves de cavalgada enquanto apertava os peitos.
Meu pau se encontrava todo dentro dela, ela rebolava e eu me contorcia embaixo de seu corpo.
-Quica, vadia - falei puxando seu corpo contra o meu - não me tortura.
Abracei-a e iniciei movimentos rápidos de baixo pra cima, ela gemia alto e contraia os músculos de sua vagina dando sinal de que logo iria gozar. Parei. Segurei meu pau e acariciei sua vulva que estava encharcada até encontrar seu clitóris, circulei-o e bati com meu pau sobre ele, a cada toque sentia seu corpo se contrair e ouvia um gemido baixo.
Ela se desfez do meu abraço e se pôs de quatro a minha frente, com a cabeça encostada na cama e sua bunda, enorme, em minha direção, fui até lá e me posicionei atrás de seu corpo.
-Chupa. - falou com ênfase antes que eu a penetrasse.
Sem pensar duas vezes segurei seus quadris e levei meu rosto de encontro a sua vulva que latejava. Ela gemia alto e apertava com força os lençóis enquanto minha língua brincava com seu clitóris. Inseri dois dedos em sua vagina até tocar seu “ponto G” e continuei os movimentos sobre seu clitóris. Senti novamente os músculos de sua vagina se contraírem e a deitei na cama ainda pressionando o ponto G e iniciei movimentos rápidos com a outra mão sobre seu clitóris, até que com um grito, ela chegou ao orgasmo.
-Agora é sua vez. - disse ofegante, segurando meu braço e me puxando para que eu me deitasse, o fiz e ela novamente montou em mim, mas dessa vez de costas, me dando total visão de sua bunda se chocando contra meu quadril, a sensação era tão gostosa quanto a visão que eu tinha, até que alguns gemidos me denunciaram e ela parou, desceu da cama e se pôs de joelhos.
-Vai negar uma mamadeira cheia a um bebê faminto? - disse esticando a mão para que eu levantasse.
Fiquei de pé a sua frente e ela novamente o engoliu, deixando chegar até onde conseguia e chacoalhando a cabeça, repetindo os movimentos de vai e vem com a cabeça. Em alguns momentos me vi na ponta dos pés e novamente, quando deixei escapar alguns gemidos, ela parou e desta vez iniciou uma masturbação, e quando o primeiro jato atingiu sua língua ela o pôs de volta na boca circulando a glande com sua língua, estimulando cada vez mais, ela o deixou sair de sua boca e então me sentei na cama vendo-a engolir meu gozo.
Me arrumei na cama e ela se deitou ao meu lado nos cobrindo com o lençol, dormimos ali e repetimos isso sempre que aparece oportunidade.

BDSM

seus olhos escuros passeavam em cada rosto buscando sua pequena e delicada garota. seus lábios carnudos tanto o superior, quanto o inferio...