Já estava tarde, mãe e pai foram viajar, minha “irmã” ainda não havia voltado da escola. Subi para seu quarto como sempre faço e deitei em sua cama perfeitamente arrumada com pelúcias e cobertores coloridos, uma cama tão grande quanto a dos nossos pais enquanto a minha era de solteirão, estava pronto pra reivindicar meus direitos, mas o sono e o tédio me cobriram e eu fiquei ali, deitado, olhando em volta e jogando as películas na poltrona que ficava do outro lado do quarto, poltrona onde eu me sentava pra ficar olhando ela dormir, é doentio e soa como incesto, mas não somos de fato irmãos e eu quero tomar seu corpo para mim.
Tomo um banho e volto para o quarto dela que agora já estava ocupado por sua dona. Estava pendurado o casaco no cabide, tirou a mochila da cama quando me viu, sorriu e continuou a arrumar tudo. Sentei em sua cama, ela apontou pra poltrona e revirou os olhos, balançou a cabeça como sinal de reprovação e então começou a desabotoar a camisa.
-Quer que eu saia? - perguntei apontando pra porta.
-Ué!? - me olhou -Você sempre ficou comigo trocando de roupa. O que tá acontecendo?
Ela já estava sem camisa e eu fiquei apenas olhando. Me encarou por um instante depois voltou a despir-se. Tirou a calça, tirou o sutiã de costas pra mim, se enrolou na toalha e foi para o banheiro de seu quarto.
Estava pensando em agarrá-la assim que saísse do banheiro, com sua pele úmida e o aroma suave de seu sabonete, chacoalhei a cabeça na tentativa de afastar os pensamentos, mas minha ereção já estava em evidência então saí dali e fui para o meu quarto, fiquei pensando naquilo até adormecer.
A casa estava quieta e silenciosa quando ouvi o ranger das dobradiças da porta, olhei para trás e ela estava em pé, encostada no batente da porta.
-Eu ouvi um barulho lá na cozinha e fiquei com medo. - falou segurando a barra do casaco que estava usando, a única peça que vestia além de sua calcinha minúscula num tom de vinho. -Pode ficar comigo até eu pegar no sono?
Levantei da cama procurando meus chinelos. Como eu poderia recusar aquele pedido? Calcei meus chinelos e fui até ela que estava parada ainda no mesmo lugar, tão pequena. Segurou minha mão e me puxou até o quarto que estava iluminado só por um abajur que ficava em cima do criado-mudo. Ela deitou e se cobriu levantando a coberta pra que eu me pusesse ali, junto a seu corpo.
-Fecha a porta. - falou quando eu me aproximei. Fechei a porta e me deitei.
Me acomodei ali e ela deitou sua cabeça sobre o meu peito, deixou uma de suas mãos livre para acariciar meu abdômen nu, chegava ao cós da minha calça e voltava, às vezes brincava com o cadarço e em seguida voltava a subir sua mão.
Em um momento sua mão desceu, circulou meu umbigo algumas vezes com o indicador e continuou a descer com um toque leve até chegar em meu pau que apresentava uma ereção visível, ela segurou, apertando de leve, deixei um gemido leve escapar, ela me olhou, mordendo o lábio e montou em cima de mim, se inclinou e me beijou com desejo.
Sua vulva se encontrava sobre o meu volume, ela rebolava, arfando entre os beijos, parando pra me olhar vez ou outra. Seus beijos se tornaram selinhos e foram descendo pelo meu abdômen, passou pelo meu umbigo até chegar a minha ereção, apertou e mordiscou por cima da calça, se apressou em tirar meu moletom e abocanhou meu pau com movimentos rápidos, como se estivesse faminta. Ela grunhia enquanto o mantinha na boca e me olhava, engolindo-o. Sua cabeça fazia movimentos rápidos, às vezes mordiscava a glande ou passava a língua em volta dela, outras vezes batia com ele em sua língua e voltava a engolir sempre massageando ou até mesmo parando pra por meus testículos na boca, chupando-os com cuidado.
Parou e voltou a montar em mim, abriu o zíper de seu casaco, revelando seus peitos grandes, com bicos marcados, jogou a peça de roupa na poltrona, me olhou com um meio sorriso nos lábios, afastou a calcinha pro lado e encaixou meu pau na entradinha de sua buceta, descendo lentamente, iniciando movimentos leves de cavalgada enquanto apertava os peitos.
Meu pau se encontrava todo dentro dela, ela rebolava e eu me contorcia embaixo de seu corpo.
-Quica, vadia - falei puxando seu corpo contra o meu - não me tortura.
Abracei-a e iniciei movimentos rápidos de baixo pra cima, ela gemia alto e contraia os músculos de sua vagina dando sinal de que logo iria gozar. Parei. Segurei meu pau e acariciei sua vulva que estava encharcada até encontrar seu clitóris, circulei-o e bati com meu pau sobre ele, a cada toque sentia seu corpo se contrair e ouvia um gemido baixo.
Ela se desfez do meu abraço e se pôs de quatro a minha frente, com a cabeça encostada na cama e sua bunda, enorme, em minha direção, fui até lá e me posicionei atrás de seu corpo.
-Chupa. - falou com ênfase antes que eu a penetrasse.
Sem pensar duas vezes segurei seus quadris e levei meu rosto de encontro a sua vulva que latejava. Ela gemia alto e apertava com força os lençóis enquanto minha língua brincava com seu clitóris. Inseri dois dedos em sua vagina até tocar seu “ponto G” e continuei os movimentos sobre seu clitóris. Senti novamente os músculos de sua vagina se contraírem e a deitei na cama ainda pressionando o ponto G e iniciei movimentos rápidos com a outra mão sobre seu clitóris, até que com um grito, ela chegou ao orgasmo.
-Agora é sua vez. - disse ofegante, segurando meu braço e me puxando para que eu me deitasse, o fiz e ela novamente montou em mim, mas dessa vez de costas, me dando total visão de sua bunda se chocando contra meu quadril, a sensação era tão gostosa quanto a visão que eu tinha, até que alguns gemidos me denunciaram e ela parou, desceu da cama e se pôs de joelhos.
-Vai negar uma mamadeira cheia a um bebê faminto? - disse esticando a mão para que eu levantasse.
Fiquei de pé a sua frente e ela novamente o engoliu, deixando chegar até onde conseguia e chacoalhando a cabeça, repetindo os movimentos de vai e vem com a cabeça. Em alguns momentos me vi na ponta dos pés e novamente, quando deixei escapar alguns gemidos, ela parou e desta vez iniciou uma masturbação, e quando o primeiro jato atingiu sua língua ela o pôs de volta na boca circulando a glande com sua língua, estimulando cada vez mais, ela o deixou sair de sua boca e então me sentei na cama vendo-a engolir meu gozo.
Me arrumei na cama e ela se deitou ao meu lado nos cobrindo com o lençol, dormimos ali e repetimos isso sempre que aparece oportunidade.
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